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NOSTRADAMUS
2000-2003:A
HORA DA VERDADE
CONTINUAÇÃO DA
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O
"REI DO TERROR" esteve na França em julho de 1999 -
imperceptivelmente. |
Ao lermos o Prefácio, vemos que Nostradamus não reclama para si
nenhuma glória, nenhum reconhecimento egoísta pelas pessoas do
futuro, de sua genialidade, de seus méritos, de seu acertos e
desacertos. Ele apenas se limita a dizer: "NÃO
POSSO ERRAR, MENTIR OU ENGANAR".
E ainda:
"...
E SE NOS MEUS CÁLCULOS DAS ÉPOCAS EU ENGANO, não
se poderia ser conforme a vontade de alguns"
E complementa: "... as profecias... acontecerão
infalivelmente".
Com relação à frase "...E
SE NOS MEUS CÁLCULOS DAS ÉPOCAS EU ENGANO, não se poderia ser
conforme a vontade de alguns",
devemos nos reportar a essa passagem do Prefácio:
"... ainda que se diga: Portanto, a
verdade do futuro não é completamente determinada", e
não esquecermos o aviso claro de Nostradamus, de que
os malignos nunca compreenderão a
sua Obra, apesar dela se tornar muito famosa no decorrer
dos séculos.
Quem são
esses "malignos"?
Claro, o PODER ECONÔMICO E O PODER RELIGIOSO, que andam de mãos
dadas desde o princípio do mundo. O Poder Econômico manipula a
opinião publica segundo os seus interesses, e cega toda verdade!
Para o Poder Econômico está profetizado a derrocada total durante
a III Guerra Mundial, e para o Poder Religioso Jesus nos deixou essa
passagem em Mateus, 7: 21,22,23:
"Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus,
mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos
me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu
nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não
fizemos muitos milagres? Então lhes direi claramente: Nunca
vos conheci; apartai-me de mim, vós que praticais a iniqüidade".
O Poder, entretanto, se desentende com o Poder, e impérios desabam (exemplo: o império Romano, Alexandre Magno, Hitler X Stálin).
E quando um encadeamento de fatos desastrosos insuportáveis apontam
um culpado - o Poder -, o povo não pensa duas vezes para apedrejar
o Poder! A Revolução Francesa é o caso mais típico que
podemos ilustrar do Poder contra o Poder!
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CADA
PLANETA NOS VERSOS DE NOSTRADAMUS REPRESENTA UM PAÍS,
OU UMA ORGANIZAÇÃO QUE TOMARÁ PARTE NOS FATOS!!
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Como corolário, temos que
entender que esse grande “Rei do
terror” virá de um satélite de
Marte – opa! calma aí, não estou falando de um satélite
do planeta vermelho,
claro, mas do país que corresponde à
representação por Marte. Parafraseando
o Evangelho: “Quem lê, entenda” (Mateus, 24, 15).
Pois
cada planeta na profecia de Nostradamus não é somente um planeta,
mas a representatividade para cada um dos países (e organizações)
que se envolverão nos conflitos.
Não descobri nenhuma fórmula mágica, não sou eu quem está
dizendo isto. Isto está evidente num trecho da Epístola
que ele dirige ao potentíssimo rei Henrique segundo (o futuro Grande
Monarca, não ao medíocre rei Henrique II, como pensam os
incautos).
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CADA QUADRA NÃO É UMA PROFECIA ISOLADA, MAS UMA PARTE
ISOLADA
DE
UM TODO COERENTE. É CRASSO TODO EXEGETA QUE ANALISA CADA
QUADRA
SEPARADAMENTE.
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Devemos levar em consideração que cada quadra não é uma profecia
isolada – e nisso se equivocam muitos exegetas -, mas uma parte
isolada de um texto integral, de modo que para sabermos o sentido
exato de uma quadra temos que saber também o sentido de outras
quadras correlacionadas. No caso, entre outras, a III.34
– aquela que fala do eclipse de 11 de agosto de 1999.
Mas
voltemos à quadra X.72. Ela se refere tanto à epifania
do futuro Grande
Monarca como à entrada em cena do
sino-mongol que Nostradamus
menciona na Epístola a Henrique. Essa afirmação pode
ofender pessoas de “sentimento religioso”. É por isso que
Nostradamus esclareceu no Prefácio:
"...
que si je venais à referer ce qu'à l'advenir será, ceux de règne,
secte, religion et foy trouveroient si mal accordant à leur
fantaisie auriculaire ... qui a esté cause de faire retirer ma
langue au populaire ..."
“...
que se eu venho relatar (abertamente) aquilo que há de
acontecer, os governos, as seitas, religião e fé, procurarão
encontrar tão mau concordância conforme a sua fantasia
auricular... isto foi a causa de eu retirar minha linguagem do
popular...”
CONTINUA
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