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PROFETAS
E PROFECIAS
SANTA HILDEGARDA
Nasceu em 1098 e faleceu
em 1179. Foi abadessa
beneditina de Rupertsberg, perto
de Bingen, sul do Reno,
e sua profecia,
datada do
ano 1138, abrange desde o século
XII até
"os últimos dias". É bastante longa e em linguagem bastante.
Prima por dar uma descritiva bastante acentuada do Anticristo.
Nenhum trabalho sobre profecias deixa de mencionar seu texto, tal a
importância de sua profecia. É cognominada a profetiza do Antigo
Testamento pelo fato de mencionar nomes bíblicos em seus textos.
Além de não serem contestadas pela Igreja, o
Papa da época
considerou suas profecias vindas de Deus.
"...
Será então o temor de Deus será de todo posto de lado, guerras atrozes surgirão cada vez mais, uma multidão
de pessoas nelas serão
imoladas e
o bem das cidades se mudará
em um amontoado
de ruínas. Os
homens poderosos desolarão muito as
cidades e
os conventos. A Igreja sofrerá uma diminuição no seu
poderio secular, e chegará um tempo que o soberano pontífice terá
seu poder temporal
tão reduzido em
comparação com o passado, que apenas lhe
será concedido
conservar Roma e algumas propriedades nos arredores... Mas quando a
sociedade tiver
sido enfim completamente
purificada por
essas tribulações, os
homens se emendarão sob as leis da Igreja... A paz voltará
a Europa quando a flor branca [o
Grande Monarca] novamente ocupar o trono francês.”
INTERPRETAÇÃO:
Vemos
aqui – mais uma vez – a predição da volta da monarquia na França,
restaurada pelo futuro Grande Monarca,
próximo ou durante a III Guerra Mundial. A Igreja, dona de grandes
feudos, e das regiões denominadas Estados Papais, perdeu-os durante
as guerras de reunificação italiana, e o Papa só conseguiu
conservar o Vaticano.
Santa Hildegarda
discorre depois sobre o Reino do futuro Grande Monarca, e da abolição
das fronteiras entre os países: “... Os judeus e os heréticos
(muçulmanos) não colocarão barreiras (comandos militares)
em seus transportes (rodovias). Nestes dias
de bênçãos,
se espalharão sobre
a terra as mais doces nuvens; elas
a cobrirão
de verdor e de
frutos, porque os homens se entregarão então a
todas as obras da
justiça, enquanto que nos dias precedentes, tão desolados
pelos costumes afeminados do mundo, os elementos violentados pelos
pecados dos homens, terão sido de impotência de nada produzir de
bom”.
INTERPRETAÇÃO:
A
expressão “costumes afeminados” retrata perfeitamente o nosso
tempo: nunca o homossexualismo foi tão reverenciado como agora,
sendo considerado ‘estilo de vida’.
Nunca o homossexualismo avançou tanto dentro das
colunas da Igreja! O assunto acabará por se tornar obrigatório nas
discussões eclesiásticas.
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