3 - CRISE NO ORIENTE
MÉDIO E GUERRA AO TERROR: A
crise no Oriente médio entre árabes e judeus sem dúvida alguma será
um dos fatores convergentes para a III Guerra Mundial, assim como a
Guerra ao Terror movida pelos EUA e seu principal aliado, a
Grã-Bretanha.
A quase totalidade do mundo muçulmano acredita que
os EUA e o ocidente estão movendo uma guerra de religião contra o
Islã, não bastasse o ciúme pelo domínio quase absoluto que os
EUA exercem sobre a civilização mundial, da qual a muçulmana é a
mais atrasada (já que é absurdamente teocrática) e seguramente se
ressente do que os EUA propagam, pelo cinema, pela Internet, por
todos os meios de comunicação de que quase ninguém atualmente
escapa: até os silvícolas brasileiros têm antena parabólica, celular e
Internet! A civilização do Islã não consegue acompanhar o ritmo
do Ocidente... E é natural que a inveja e o ciúme reinem.
A Guerra ao Terror desembocará, seguramente, na III Guerra Mundial,
pois a História já provou que os muçulmanos não desistem
facilmente daquilo que pretendem, tanto é que em menos de um século
já haviam se espalhado por grande parte do mundo ocidental. Os muçulmanos
só desistem quando são totalmente derrotados, e serão, segundo
nos revelam os profetas. Mas a derrota deles será a derrota de todos, por obra de
Deus, e uma vitória do mundo, pois finalmente será feito o
ecumenismo. Os cristãos compreenderiam que o Islã não é uma
religião do mal, como costumeiramente a mídia nos passa essa
imagem. Maldosos seriam seus líderes. E eles compreenderiam que que
o cristianismo não teria os defeitos que eles imputam e que dizem o
Islã veio para corrigir.
Em termos de fim do mundo, porém, o Oriente Médio será um dos pivôs,
seguramente. Podemos ver essa previsão em muitas passagens do Velho
e do Novo Testamentos. Afinal, Jerusalém será a capital do mundo,
exercendo o papel desempenhado hoje por Nova York, que, por isso,
está sendo alvo do terror do Islã. Como disse Jung: "A História
tem o péssimo hábito de se repetir; novidade seria mesmo se o
homem conseguisse viver em paz com seus semelhantes!"
4 - BURACO NA CAMADA DE OZÔNIO:
A cada ano, o buraco na camada de ozônio sobre a Antártica
aumenta, apesar das medidas tomadas pelos governos para evitar a
emissão de gases que danificam essa importante camada que protege a
Terra dos raios ultravioletas do sol. Segundo se deduz em algumas
profecias, o deslocamento do ângulo do eixo hipotético de rotação
do planeta (eclíptica) - causado pela queda de um ou mais asteroides,
ou a passagem próxima de um grande cometa fará com que - como diz
Jesus - "as potências do céu serão abaladas", ou
seja, em relação ao movimento de translação, que determina
as estações do ano, o buraco na camada de ozônio que hoje está
sobre a Antártica estaria sobre lugares altamente habitáveis.
O livro do Apocalipse diz: "E foi dado ao sol queimar os homens
com fogo. Com efeito, os
homens se queimaram com o intenso calor..."
RAZÕES MENORES
O controle rígido da vida pessoal, pelos meios
eletrônicos: Os primeiros sinaisjá
são visíveis hoje, embora ainda muito incipiente, e com a
concordância das pessoas, como o ID chip, que pode permitir a
localização de uma pessoa onde quer que se encontre, facilitando a
solução de sequestros, ou as identificações eletrônicas no sistema
bancário, ou nos modernos sistemas de segurança nos condomínio.
A Bíblia nos fala que nos “últimos tempos” todos
terão um “sinal” na testa ou na mão, o que pode significar que as
pessoas por alguma razão seriam “chipadas” – provavelmente como um
meio de segurança - e de certo modo controladas.
A destruição dos pequenos negócios:
em favor das grandes corporações, que levarão com eles milhões e
milhões de empregos, fazendo com que a renda se concentre nas mãos
de uma minoria ávida por mais poder. Ao contrário do que parece, os
pequenos negócios são responsáveis pela maior parte da geração de
emprego e renda, e da descentralização da riqueza, oferecendo
oportunidades de ascensão social a milhões de pessoas capacitadas.
Os pequenos negócios são as artérias do capitalismo, que entrará em
colapso na medida em que vão sendo cerceados na disputa de mercado
com as grandes corporações. Já estamos assistindo a isso hoje. No
Brasil, há cerca de sete milhões de desempregados, e muito pouco
incentivo aos pequenos negócios, senão em forma de esmolas, com fins
eleitoreiros. É certo que existem pelo menos um milhão de pessoas
que, com suas capacidades, poderiam gerir pequenos negócios e gerar
pelo menos três milhões de empregos diretos e indiretos. Isso,
entretanto, não é interessante para o governo, que precisa exportar
o “excedente” do que teoricamente não é consumido no mercado
interno, e que seria se o índice de emprego fosse subitamente
elevado, por meios de incentivos reais e claros aos pequenos
negócios.
A imigração desenfreada:
A maior parte dos imigrantes que chega hoje à Europa vem do mundo
muçulmano, pessoas que não somente nada têm a ver com nossa cultura
cristã como ainda, pelo comportamento de muitos, querem sua
destruição e o retorno do mundo à Idade Média. Costumes e crenças
tão diferentes, o sectarismo secular, fazem muitos antever a
transformação da Europa em uma Eurábia, com o consequente
agravamento da xenofobia. Muitos veem os imigrantes do Islã como
terroristas virtuais. A “Eurábia” parece estar a caminho. Os
governos da Europa parecem pressentir as consequências em um futuro
não tão distante, e vêm criando obstáculos para inibir a separação
social, abolindo o uso do véu ou da burca em escolas e outros locais
públicos, cogitando ainda a proibição de construção de novas
mesquitas, em sua maior parte financiada pela teocracia raivosa de
Teerã. Para alguns analistas trata-se de uma nova invasão silenciosa
muçulmana da Europa, e que um dia terá a sua luta de “reconquista”.
A imigração islâmica seria um barril de pólvora que a Europa está
colocando debaixo da cama.
Nos EUA, onde a imigração de muçulmanos é mínima
perto da Europa, o número de latinos já ultrapassou o de negros, e
os imigrantes já começam a ser vistos como bode expiatório do
desemprego. Ainda que os imigrantes normalmente façam o trabalho
sujo que os americanos normalmente não fariam, a redução da oferta
de empregos fez com que eles passassem a vê-los como competidores e
não mais como pessoas que vieram em busca de oportunidades na “terra
da promissão”, de liberdade e oportunidade para todos.