Não só a História tem um enigma a menos... mas a casuística profética
também. A morte ou possível fuga do Templo do infante de
França (em francês, delfim), Luís XVII, herdeiro da
Coroa depois da morte do pai na guilhotina, em janeiro de 1793,
constituiu-se num dos grandes temas e enigmas modernos desde 1795. O
fato é mencionado por quase todos os profetas que vaticinaram a
Revolução Francesa, e TODOS dizem que o
delfim escapou ileso da prisão,
e teria sido levado para a Grã-Bretanha ou o Vaticano (ou ambos).
Nostradamus é decididamente enfático: LUÍS
XVII NÃO MORREU NO TEMPLO, MAS, SIM, UM CO-IRMÃO DELE.
De Luís XVII descenderá o futuro GRANDE MONARCA, já nascido na Grã-Bretanha,
um Bourbon-Capetíngio, de origem judia.
Maria Antonieta
A esse respeito ofereço nos
meus livros inúmeras páginas. Aqui, somente com base no artigo
apresentado, podemos facilmente perceber que esse menino. claro, é
filho de Maria de Antonieta, como diz o teste de DNA. Mas
repare: NADA SE FALA A RESPEITO DA PATERNIDADE DO MENINO, e ainda se
lê: "Esse
DNA.... não se mistura jamais aos genes do pai". Ora! Luís XVI então NÃO É O PAI
deste menino. Quanto à fidelidade de Maria Antonieta, qualquer
enciclopédia de nível nos dá o retrato de uma mulher impudica e
frívola. Aliás, em seu julgamento Hébert a acusou violentamente
de impudicícia e pôs em dúvida sua maternidade. Isso chegou a
chocar um assistente, que, arriscando a cabeça, se levantou em
defesa da rainha, que ouviu tudo calada. Bem, se esse garoto não
é o delfim, então, como fica a história? Nostradamus é claro:
DOIS MENINOS estavam presos no Templo. A solução deste enigma está
contado passo a passo em meu livro
Nostradamus
Milênio: O Último Segredo - Parte I.
ASSIM
DIZEM OS PROFETAS SOBRE A SOBREVIVÊNCIA E FUGA DO DELFIM
(três citações, entre muitas que poderia apresentar, inclusive várias
quadras):
"...
os Capetíngios tremem, ignominiosamente traídos e a criança
predestinada é impelida ao exílio por uma soldadesca furiosa...
"
(São
Cesário [470-542] em vaticínio sobre a Revolução Francesa).
"...
A CRIANÇA PREDESTINADA NÃO DEVIA PERECER".
(Padre
Raux, ao ser indagado sobre a morte do Delfim no Templo. E
complementou dizendo que o menino estava escondido em local dos mais
inimagináveis, embaraçador de dizer).
"UM
SERÁ TESTEMUNHA... O ALTO CÉU DELE NÃO VIRÁ SE AFASTAR"
(NOSTRADAMUS - IV.45)
"
... E HAVERÁ DOIS, UM QUE NÃO TEVE O MESMO PAI ..."